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SE VOCÊ SE INTERESSA POR GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE, AQUI NESTE BLOG VOCÊ VAI SE SENTIR MUITO BEM.

Este blog é uma pequena contribuição porque acredito que cabe aos homens novos valores, pensamentos e ações que possam contribuir para a formação de novas mentalidades, mais aptas a participar de uma política ambiental mais justa.

Uma visão de mundo global, na qual o homem não se separe da natureza e que, portanto, a questão ambiental não esteja separada das questões sociais mais amplas, que compreenda a questão ambiental como a interligação e interdependência entre os fenômenos sociais, físicos, econômicos, biológicos, culturais e políticos como bem explica a Geografia.

Uma visão que no lugar do “progresso” e do desenvolvimento a qualquer custo, busque a realização social da maioria, visando a melhor qualidade de vida para todos.

E, como apontado por Milton Santos, que no lugar do consumismo exacerbado, leve à cidadania, e ao invés de desenvolver o individualismo, estimule a vida solidária e coletiva entre os homens.

SUGESTÕES SÃO BEM VINDAS -jo.sanp@hotmail.com

sábado, 3 de maio de 2014

Vaca louca - Teste internacional confirma doença em gado da Friboi

Exame complementar que indica se caso foi atípico só será divulgado na próxima quinta-feira (8)

Um exame de laboratório da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), no Reino Unido, confirmou nesta sexta-feira (2) a existência do mal da vaca louca em um animal do frigorífico JBS, dono da marca Friboi, em Mato Grosso.
Laudo que confirmará se caso em Mato Grosso foi atípico só será publicado no dia 8 de maio
De acordo com o órgão, as evidências epidemiológicas apontam para um caso atípico da EEB (Encefalopatia Espongiforme Bovina), nome científico da doença. Contudo, o resultado da tipicidade da doença, que dirá se o caso foi isolado, só será divulgado na próxima quinta-feira (8).
Caso o teste confirme a doença como atípica, significa que a contaminação ocorreu de forma espontânea, não relacionada à ingestão de alimentos. Em nota, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) informou que a confirmação mostrará se o caso "não representa risco algum para a sanidade animal e à saúde pública".
Os 178 países membros da OIE foram informados oficialmente do resultado do exame, de acordo com o órgão. O governo não adotará novas medidas de investigação do caso, informou a pasta da Agricultura.
Nesta quinta-feira, a União Europeia indicou, em nota enviada ao iG que poderia mudar as regras de importação para a carne brasileira se houvesse alguma recomendação da OIE sobre o caso suspeito.
A redação procurou a JBS para se manifestar, mas os porta-vozes não foram imediatamente localizados.
Animal contaminado foi sacrificado em março
A suspeita da doença foi descoberta em março deste ano, quando uma vaca de 12 anos de idade, adquirida pela JBS de um pequeno pecuarista, foi encontrada caída entre o rebanho. O animal foi enviado para abate no dia 19 de março, devido a problemas reprodutivos pela idade avançada, mas os restos não chegaram ao consumidor final.
Testes de laboratório feitos em amostras do cérebro do animal  mostraram a existência de marcação priônica, um  dos sintomas da doença da vaca louca. O material foi então enviado ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Investigações identificaram 49 animais de corte, nascidos um ano antes e um ano depois da vaca contaminada. Eles foram examinados e, sem qualquer constatação da doença no dia 30 de abril, foram sacrificados e seus restos, destruídos.
Entenda a diferença entre a EEB clássica e atípica:
A EBB clássica é transmitida por alimentos contaminados, após terem sido confeccionados com produtos obtidos a partir de animais infectados. Os sinais clínicos da enfermidade são nervosismo, reação exagerada a estímulos externos e dificuldade de locomoção, queda na produção de leite e diminuição de apetite.
A suspeita do gado contaminado em março recai sobre a EEB atípica, ligeiramente diferente da causa clássica. Costuma ocorrer em animais mais velhos, acima de 9 anos. Trata-se de uma manifestação rara, cuja origem não está totalmente esclarecida. A teoria mais aceita é que é uma forma espontânea da doença, não relacionada à ingestão de alimentos contaminados.

Fonte: (O Dia online)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Nasa monitora iceberg que ‘nasceu’ na Antártica e segue para mar aberto

Um satélite da agência espacial americana (Nasa) flagrou o iceberg B-31 se desprendendo do glaciar Pine Island, na Antártica, e está se dirigindo para o oceano aberto.
Fotos tiradas em 28 de outubro (esquerda) e 13 de novembro de 2013 (direita) mostram o iceberg se soltando do glaciar Pine Island (Foto: Nasa/Reuters)
Segundo a Nasa, o iceberg tem seis vezes o tamanho de Manhattan, em Nova York (EUA), e se dirige para uma área que não é muito usada por navios. As fotos foram tiradas em 38 de outubro e 13 de novembro de 2013. 
(Fonte: G1)

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cientistas descobrem no Brasil nova superbactéria resistente a antibiótico

Cientistas brasileiros e americanos identificaram no sangue de um paciente que morreu em São Paulo uma nova superbactéria que é altamente resistente ao antibiótico vancomicina, remédio comum e de baixo custo utilizado para tratar infecções causadas por bactérias Staphylococcus aureus resistentes à metilicina (SARM).
Um estudo sobre a nova cepa foi divulgado no último dia 17 na publicação científica “The New England Journal of Medicine” e relata que a nova linhagem isolada no país também pode ser encontrada fora de hospitais, principal local de contaminação, e seriam transmitidas principalmente por contato com a pele.
Segundo o estudo, indivíduos saudáveis podem contrair este tipo de infecção por estafilococos, e não apenas enfermos ou pessoas com imunidade baixa. Apesar do alarme, de acordo com a pesquisa, como existe apenas um caso documentado infecção, é cedo para dizer se a superbactéria pode ser considerada uma ameaça.
A pesquisa foi liderada por Cesar Arias, da Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, em Houston, e teve coautoria de Flávia Rossi, diretora médica do Laboratório de microbiologia do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Apesar do alarme, como existe apenas um caso documentado deste tipo de infecção, ainda é cedo para dizer se a superbactéria é uma ameaça.
Detecção em 2012 – O artigo publicado explica que a bactéria foi encontrada no sangue de um homem de 35 anos, que se internou no Hospital das Clínicas de São Paulo.
A nova cepa foi detectada em agosto de 2012, quando a vítima ainda estava viva. Segundo Flávia, a nova linhagem não foi a causa da morte do paciente, que sofreu múltiplas complicações.
Segundo a pesquisa, a nova bactéria preocupa porque pertence a uma linhagem molecular que é comumente associada ao ambiente não hospitalar, designada com o termo “associadas à comunidade” (CA-MRSA, na sigla em inglês).
De acordo com Flávia, já existe um tratamento para eliminá-la, mas é um antibiótico mais caro em comparação ao uso da vancomicina.
No entanto, segundo ela, é preciso trabalhar mais com a classe médica para melhorar o diagnóstico dessa enfermidade. “É necessário realizar culturas em laboratório antes de pensar em apenas prescrever qualquer medicamento”, disse a médica ao G1.
Pesquisadores envolvidos com o estudo afirmam também que apesar de um caso ter sido detectado, é preciso aumentar a vigilância para possíveis novas ocorrências na América do Sul e no restante do mundo.
 (Fonte: G1)

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Quem mora perto de áreas verdes é mais propenso à felicidade

Vida urbana e fadiga mental, uma dupla quase inseparável, certo? Mas um passeio no parque pode dar um jeito rápido nesse problema. O efeito do relaxamento foi comprovado por um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos.
Ao analisar os dados de uma pesquisa sobre a saúde e bem estar da população local, os cientistas observaram que os “altos níveis de espaços verdes foram associados com sintomas mais baixos de ansiedade, depressão e estresse”.
O estudo, publicado recentemente no Jornal Internacional de Pesquisa Ambiental e Saúde Pública, combina dados de saúde mental com dados de satélite que analisaram como a vegetação estava presente em cada um dos blocos do censo.
Eles descobriram que, em todos os estratos da sociedade, as pessoas que viviam em um bairro com menos de 10 por cento de áreas arborizadas eram muito mais propensas a relatar sintomas de depressão, estresse e ansiedade.
“Assim, uma pessoa pobre que vive em uma estrada próxima a uma floresta nacional é mais propícia a se sentir feliz do que uma pessoa mais rica vivendo em um lugar totalmente cinza”, diz um trecho do estudo.
O doutor Kristen Malecki, professor assistente de ciências da saúde da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade, observa que o estudo dá credibilidade à “teoria da restauração atenção”, que afirma que mais tempo na natureza restaura a capacidade de concentração e reduz a fadiga mental.
A explicação é simples. Cansado de ter que ficar constantemente alerta e consciente aos estímulos do da correria do dia a dia, o cérebro humano se recupera (e põe as ideias em ordem) ao percorrer um caminho repleto de árvores e estímulos naturais.
Dentro dessa lógica, até mesmo visualizar espaços verdes da janela do escritório pode ser reconfortante.
(Fonte: Exame.com)

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Nasa: descoberto primeiro exoplaneta habitável do tamanho da Terra

Cientistas descobriram o primeiro planeta fora do 
Cientistas descobriram o primeiro planeta fora do Sistema Solar de tamanho semelhante ao da Terra e onde pode existir água em estado líquido, o que o torna habitável.

A descoberta reforça a possibilidade de encontrar planetas similares à Terra na nossa galáxia, a Via Láctea, segundo uma equipe internacional de astrônomos liderada por um profissional da Nasa. O trabalho foi publicado na edição desta quinta-feira da revista científica americana Science.
"É o primeiro exoplaneta do tamanho da Terra encontrado na zona habitável de outra estrela", destaca Elisa Quintana, astrônoma do centro de pesquisas Ames, da Nasa, que ficou à frente da pesquisa.
"O que torna esta descoberta algo particularmente interessante é que este planeta, batizado de Kepler-186f, tem o tamanho terrestre e está em órbita ao redor de uma estrela classificada como anã, menor e menos quente do que o sol, na zona temperada onde a água pode ser líquida", afirmou.
Considera-se que esta zona seja habitável poque a vida como a conhecemos tem possibilidades de se desenvolver naquele ambiente, segundo os pesquisadores.
Para Fred Adams, professor de Física e Astronomia da Universidade de Michigan, "trata-de de um passo importante na busca para descobrir um exoplaneta idêntico à Terra".
Nos últimos vinte anos foram detectados cerca de 1.800 exoplanetas, dos quais cerca de vinte orbitam ao redor de sua estrela em uma zona habitável. Mas esses planetas são muito maiores do que a Terra e, por isso, é difícil, devido ao seu tamanho, determinar se são de composição gasosa ou rochosa.
- A 490 anos-luz do Sol -
Segundo modelos teóricos sobre a formação planetária, estabelecidos a partir de observações, os planetas que têm raio 1,5 vez inferior ao da Terra têm poucas chances, por causa do seu tamanho, de acumular uma atmosfera espessa como os planetas gasosos gigantes do nosso sistema solar.
"Nestes anos aprendemos que há uma transição líquida entre os exoplanetas cujo raio é 1,5 vez o da Terra", explica Stephen Kane, um astronauta da Universidade de San Francisco, co-autor da descoberta.
"Quando o raio é entre 1,5 e 2 vezes o do raio terrestre, os planetas são grandes o suficiente para acumular uma atmosfera espessa de hidrogênio e hélio", acrescentou.
O exoplaneta Kepler-186f tem raio 1,1 vez maior do que o da Terra e entra na categoria de planetas rochosos do nosso Sistema Solar, como Terra, Marte e Vênus.
"Levando em conta o pequeno tamanho do planeta, tem grandes possibilidades de ser rochoso e ter uma atmosfera. Se essa atmosfera oferecer boas condições, a água pode existir em estado líquido na superfície", explica à AFP Emelie Bolmont, pesquisadora da Universidade de Bordeaux, França, que participou da descoberta.
Bolmot acrescentou que, para se ter certeza de que é realmente rochoso, "seria preciso obter a massa do planeta, o que não é possível com os instrumentos atuais".
O Kepler-186f está em um sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol (um ano luz = 9,46 trilhões de quilômetros) e conta com outros cinco planetas, todos de tamanho parecido com o da Terra, mas situados fora da zona habitável.
Em novembro de 2013, os astrônomos consideraram que existem bilhões de planetas de tamanho terrestre potencialmente habitáveis. Essa conclusão se baseia nas observações do telescópio espacial Kepler, lançado em 2009 para esquadrinhar mais de 100 mil planetas similares ao nosso e situados nas constelações de Cisne e Lira. 



Atualizado: 17/04/2014 20:37 | Por Washington (AFP), AFP

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