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Este blog é uma pequena contribuição porque acredito que cabe aos homens novos valores, pensamentos e ações que possam contribuir para a formação de novas mentalidades, mais aptas a participar de uma política ambiental mais justa.

Uma visão de mundo global, na qual o homem não se separe da natureza e que, portanto, a questão ambiental não esteja separada das questões sociais mais amplas, que compreenda a questão ambiental como a interligação e interdependência entre os fenômenos sociais, físicos, econômicos, biológicos, culturais e políticos como bem explica a Geografia.

Uma visão que no lugar do “progresso” e do desenvolvimento a qualquer custo, busque a realização social da maioria, visando a melhor qualidade de vida para todos.

E, como apontado por Milton Santos, que no lugar do consumismo exacerbado, leve à cidadania, e ao invés de desenvolver o individualismo, estimule a vida solidária e coletiva entre os homens.

SUGESTÕES SÃO BEM VINDAS -jo.sanp@hotmail.com

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Nasa: descoberto primeiro exoplaneta habitável do tamanho da Terra

Cientistas descobriram o primeiro planeta fora do 
Cientistas descobriram o primeiro planeta fora do Sistema Solar de tamanho semelhante ao da Terra e onde pode existir água em estado líquido, o que o torna habitável.

A descoberta reforça a possibilidade de encontrar planetas similares à Terra na nossa galáxia, a Via Láctea, segundo uma equipe internacional de astrônomos liderada por um profissional da Nasa. O trabalho foi publicado na edição desta quinta-feira da revista científica americana Science.
"É o primeiro exoplaneta do tamanho da Terra encontrado na zona habitável de outra estrela", destaca Elisa Quintana, astrônoma do centro de pesquisas Ames, da Nasa, que ficou à frente da pesquisa.
"O que torna esta descoberta algo particularmente interessante é que este planeta, batizado de Kepler-186f, tem o tamanho terrestre e está em órbita ao redor de uma estrela classificada como anã, menor e menos quente do que o sol, na zona temperada onde a água pode ser líquida", afirmou.
Considera-se que esta zona seja habitável poque a vida como a conhecemos tem possibilidades de se desenvolver naquele ambiente, segundo os pesquisadores.
Para Fred Adams, professor de Física e Astronomia da Universidade de Michigan, "trata-de de um passo importante na busca para descobrir um exoplaneta idêntico à Terra".
Nos últimos vinte anos foram detectados cerca de 1.800 exoplanetas, dos quais cerca de vinte orbitam ao redor de sua estrela em uma zona habitável. Mas esses planetas são muito maiores do que a Terra e, por isso, é difícil, devido ao seu tamanho, determinar se são de composição gasosa ou rochosa.
- A 490 anos-luz do Sol -
Segundo modelos teóricos sobre a formação planetária, estabelecidos a partir de observações, os planetas que têm raio 1,5 vez inferior ao da Terra têm poucas chances, por causa do seu tamanho, de acumular uma atmosfera espessa como os planetas gasosos gigantes do nosso sistema solar.
"Nestes anos aprendemos que há uma transição líquida entre os exoplanetas cujo raio é 1,5 vez o da Terra", explica Stephen Kane, um astronauta da Universidade de San Francisco, co-autor da descoberta.
"Quando o raio é entre 1,5 e 2 vezes o do raio terrestre, os planetas são grandes o suficiente para acumular uma atmosfera espessa de hidrogênio e hélio", acrescentou.
O exoplaneta Kepler-186f tem raio 1,1 vez maior do que o da Terra e entra na categoria de planetas rochosos do nosso Sistema Solar, como Terra, Marte e Vênus.
"Levando em conta o pequeno tamanho do planeta, tem grandes possibilidades de ser rochoso e ter uma atmosfera. Se essa atmosfera oferecer boas condições, a água pode existir em estado líquido na superfície", explica à AFP Emelie Bolmont, pesquisadora da Universidade de Bordeaux, França, que participou da descoberta.
Bolmot acrescentou que, para se ter certeza de que é realmente rochoso, "seria preciso obter a massa do planeta, o que não é possível com os instrumentos atuais".
O Kepler-186f está em um sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol (um ano luz = 9,46 trilhões de quilômetros) e conta com outros cinco planetas, todos de tamanho parecido com o da Terra, mas situados fora da zona habitável.
Em novembro de 2013, os astrônomos consideraram que existem bilhões de planetas de tamanho terrestre potencialmente habitáveis. Essa conclusão se baseia nas observações do telescópio espacial Kepler, lançado em 2009 para esquadrinhar mais de 100 mil planetas similares ao nosso e situados nas constelações de Cisne e Lira. 



Atualizado: 17/04/2014 20:37 | Por Washington (AFP), AFP

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Pesquisadores do Ceará criam clone transgênico de cabra

Portadora de genes humano e caprino, uma cabra transgênica desenvolvida na Universidade de Fortaleza (Unifor) pode trazer ajuda aos portadores de um distúbio metabólico. “Gluca”, como foi batizada, nasceu no dia 27 de março deste ano e é o primeiro clone transgênico de cabra da América Latina, segundo os pesquisadores. “Para nós, é um marco muito importante. É o primeiro clone transgênico de caprino da América Latina. Ela recebe um acompanhamento clínico diário. Podemos dizer que está completamente saudável e ativo”, afirma o doutor em fisiologia, Marcelo Bertolini.
Doença de Gaucher – A expectativa dos pesquisadores Marcelo Bertolini e Luciana Bertonili é que o clone transgênico seja capaz de produzir no leite a proteína humana “glucocerebrosidade” que falta no organismo de pessoas portadoras da doença de Gaucher.
De acordo com os coordenadores do projeto, a falta da proteína “glucocerebrosidade” nos humanos pode comprometer várias órgãos. O tratamento é feito pela terapia de reposição enzimática e tem altos custos para país. A pessoa portadora da doença precisa levar injeção da enzima a cada duas semanas. O tratamento é custeado pelo governo.
“Desde a década de 1990, o Brasil importa proteínas para o tratamento. É uma das doenças que o Ministério da Saúde tem mais gastos para custear o tratamento de cerca de 600 pacientes. É um custo de R$ 180 milhões a R$ 200 milhões. Esse animal vislumbra a possibilidade de que a gente produza essa proteína no Brasil o que baratearia os gastos”, afirma o pesquisador.
Pesquisa – A pesquisa que resultou no nascimento do clone de caprino transgênico durou cerca de três anos. As células do animal foram retiradas do tecido da orelha de uma cabra e levada para laboratório, onde foram cultivadas em placas e modificadas geneticamente. Os pesquisadores acrescentaram genes humanos às células de caprino. “O gene tem a mesma sequência que o nosso, 100% igual ao gene humano. Então, a proteína que ela produzir vai ser a mesma”, explica a pesquisadora Luciana Bertonili.
Depois do nascimento de “Gluca”, o próximo passo é induzir a lactação na cabra para confirmar se o leite dela pode realmente ajudar a salvar vidas no futuro. Os pesquisadores devem extrair a proteína do leite, purificá-la e testá-la para trabalhar na produção do medicamento. De acordo com Luciana Bertonili, caso seja encontrada a presença da proteína e testes comprovem a ação na doença, uma previsão “otimista” é que entre cinco e 10 anos o medicamento possa ser utilizado. “Ainda temos um caminho a seguir”, afirma.
Os pesquisadores desenvolveram o projeto com a colaboração de estudantes do Doutorado em Biotecnologia e do Programa de Iniciação Científica dos cursos de Farmácia, Fisioterapia e Medicina da Unifor. O projeto foi apoiado pelo Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia e desenvolvida em parceria com a fazenda Agropecuária Esperança Ltda. E com a empresa Quatro G Pesquisa e Desenvolvimento, que faz parte do Parque Tecnológico da PUC do Rio Grande do Sul.
Em 2012, os pesquisadores Marcelo Bertolini e Luciana Bertonili também foram os responsáveis pelo desenvolvimento de Lisa, uma cabra transgênica que produz no leite a proteína lisozima, presente no leite materno e capaz de combater a diarréia infantil
(Fonte: G1)

domingo, 13 de abril de 2014

Poderoso ciclone ameaça Grande Barreira de Corais australiana

Ventos podem chegar a até 275 km/hora.
Milhares de pessoas deixaram suas casas na região de Queensland.

Um ciclone com ventos de até 275 km/hora se dirigia nesta sexta-feira (11) à Grande Barreira de Corais australiana, obrigando milhares de pessoas a se refugiar, enquanto as autoridades advertiam que poderia provocar grandes danos na costa.

Embora Ita tenha sido rebaixado do nível máximo de 5 ao de tempestade categoria 4, teme-se que provoque fortes ventos quando chegar a Coocktown, uma pequena localidade costeira de 2.400 habitantes situada a 1.600 km de Brisbane, capital do Estado de Queensland (leste).
"Qualquer fenômeno acima de 80 km/hora é perigoso", declarou à televisão pública ABC o prefeito do condado de Cook, Peter Scott.
Imagem de satélite mostra um ciclone se aproximando da costa da Austrália nesta quinta-feira (10) (Foto: NOAA/AFP)Imagem de satélite mostra um ciclone se aproximando da costa da Austrália nesta quinta-feira (10) (Foto: NOAA/AFP)
O primeiro-ministro de Queensland, Campbell Newman, advertiu aos habitantes das casas construídas antes de 1985 - data em que entraram em vigor as novas normas de construção - que suas casas poderiam não resistir a este ciclone.
O Ita se localizava ao meio-dia desta sexta-feira 175 km a nordeste de Coocktown.
Foi delimitada uma zona de alerta, que vai de Lockhart River, ao norte de Queensland, a Innisfail, ao sul, e que inclui Cairns, em frente à Grande Barreira de Corais.
"Trata-se de um fenômeno extremo e tem potencial para matar e provocar graves danos às propriedades no norte de Queensland", advertiu o ministro de Serviços de Emergências de Queensland, Jack Dempsey.
Os ciclones tropicais são frequentes no nordeste da Austrália, mas este é mais poderoso que Yasi, um furacão gigantesco que devastou as casas e as colheitas da região há três anos.
"Trata-se de um ciclone muito sério. É compacto e intenso", declarou Andrew Tupper, do Escritório de Meteorologia.
Esta agência espera que o Ita chegue à terra firme perto do Cabo Flattery, 70 km ao norte de Coocktown, na península de Cabo York, pouco habitada, por volta da meia-noite, hora local (11h de Brasília).
Os especialistas advertiram que os ventos mais fortes estarão concentrados perto do olho da tempestade, mas que as fortes c
huvas e o mar agitado também podem provocar inundações.
Fonte: Da France Presse

sábado, 12 de abril de 2014

Vírus africano pode se espalhar pelo Brasil, diz pesquisa

Após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe, o vírus chikungunya tem grande possibilidade de se espalhar pelo Brasil e por outros países das Américas, segundo um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur. A pesquisa, publicada no Journal of Virology, revela que em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação de mosquitos Aedes aegypti, um dos vetores da doença, o risco de disseminação é muito alto.
De acordo com o pesquisador do Laboratório de Hematozoários do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação no continente americano cresceu depois que casos suspeitos da febre do chikungunya foram identificados na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro de 2013. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão da doença em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, afirmou.
O estudo comprova, pela primeira vez, que os mosquitos Aedes aegypiti e Aedes albopictus de 10 países do continente americano são altamente capazes de transmitir chikungunya. Porém, a maior eficiência para disseminar a doença foi encontrada nos vetores da América Latina, com destaque para o Rio de Janeiro. Em uma das populações de Aedes albopictus da cidade, foi identificado que 96,7% dos insetos passaram a transmitir o vírus uma semana após ter ingerido sangue contaminado. Porém, o vírus pode ser transmitido pela picada de mosquitos do Rio de Janeiro apenas dois dias depois dos mosquitos terem sido infectados.
Não existe vacina, nem remédio específico contra o chikungunya. O tratamento da doença consiste em hidratação e uso de medicamentos para aliviar os sintomas semelhantes aos da dengue, incluindo, ainda, fortes dores nas articulações que podem perdurar por vários dias. Segundo a Organização Mundial da Saúde, complicações graves são raras, mas em pessoas idosas, a infecção pode contribuir para a morte.
De acordo com o especialista, o controle da doença depende do combate aos mosquitos.
 (Fonte: Terra)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Guerra por comida e água está próxima, alerta Banco Mundial

Em uma entrevista ao britânico The Guardian, Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial, disse que acredita que as batalhas por alimento e água devem eclodir dentro de cinco a dez anos, devido ao efeitos das mudanças climáticas.
Ele pediu que ativistas e cientistas trabalhem em conjunto para criar uma solução para este problema global, e usou o exemplo do HIV para demonstrar como a união de esforços pode resultar em soluções mais rápidas e mais eficazes.
A fim de manter o aquecimento global abaixo do limite acordado internacionalmente, de 2 graus Celsius, Kim disse que o mundo precisa de um plano para mostrar que está comprometido com a meta.
Ele delineou quatro áreas em que o Banco Mundial poderia ajudar a combater a mudança climática: investir em cidades mais limpas e sustentáveis, encontrar um preço estável para o carbono, reduzir os subsídios aos combustíveis fósseis e desenvolver uma agricultura mais inteligente e resistente ao clima.
Os comentários de Kim seguem a publicação da segunda parte do quinto relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que advertiu que nenhuma nação ficaria intocada pelo aquecimento global.
O relatório também alertou para os efeitos que as mudanças climáticas teriam sobre os preços dos alimentos, assim como em muitas outras áreas, como recursos hídricos. A produtividade agrícola pode cair 2% por década até o final do século, ao passo que a demanda deverá aumentar 14% até 2050. 
(Fonte: Exame.com)

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