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domingo, 27 de março de 2011
Japão lança alerta de tsunami após tremor Terremoto de magnitude 6.5 atingiu a região nordeste do país, nas proximidades da costa de Honshu
estadão.com.br
Um terremoto de magnitude 6.5 atingiu o nordeste do Japão na noite deste domingo (horário de Brasília), levando a Agência Meteorológica do Japão a lançar um alerta de tsunami para a região Miyagi, uma das localidades mais atingidas pelo terremoto de 11 de março. São esperadas ondas de cerca de 0,5 metro.
O tremor ocorreu a 5,9 km de profundidade, nas proximidades da costa de Honshu, informou a agência geológica americana (USGS, na sigla em inglês), que registra os terremotos ocorridos pelo mundo.
Não houve relatos de danos ou feridos num primeiro momento. O comunicado foi liberado às 7h23 da manhã de segunda pelo horário japonês.
Com informações da AP e Reuters
Postado por Joélcio Pinto em 27.3.11 0 comentários
Marcadores: Alerta, Geral, Internacional, Japão, Miyagi, terremoto, Tsunami
sábado, 26 de março de 2011
Japão identifica alta radiação no mar Autoridades verificaram um elevado nível de contaminação na água do mar próximo à usina, mais de mil vezes superior ao permitido
Agência Estado
Em um modesto sinal de progresso no complexo nuclear Daiichi, em Fukushima, foi dado início neste sábado a drenagem de poças com elevado nível de radioatividade no prédio da turbina conectado ao reator número 1. Foi iniciada também uma operação para jogar água doce no compartimento de pressão do reator número 2. Ao mesmo tempo, as autoridades verificaram um elevado nível de contaminação na água do mar próximo à usina, mais de mil vezes superior ao permitido.
"Uma bomba foi instalada temporariamente no primeiro piso do prédio da turbina número 1 para drenar poças no piso térreo e estocá-las em um condensador - uma grande jarra de água que normalmente é utilizada para transformar vapor em água após processada na turbina", disse o porta-voz da Agência Nuclear e de Segurança Industrial do Japão, Hidehiko Nishiyama, em entrevista concedida este sábado.
A agência e a Tokyo Electric Power (Tepco), que administra a usina, estudam meios para drenar poças semelhantes que ficaram nos reatores números 2 e 3, disse Nishiyama. Segundo ele, está sendo também avaliada qual a quantia de água com elevado nível de radioatividade empossada nos reatores.
A mudança de água salgada para água doce para resfriar os reatores, feita há alguns dias, foi necessária para evitar problemas de acúmulo de sal cristalizado nas bombas de transporte de água para resfriamento e sobre a superfície dos vasos dos reatores e das barras de combustível nuclear, o que dificulta o processo de resfriamento, disse a agência.
Paralelamente, foi detectado hoje elevado nível de radiação em uma amostra de água do mar tomada a 330 metros ao sul da usina de Fukushima. Foi identificado uma quantia 1,250 mil vezes superior ao permitido de iodo-131, 117,3 vezes superior ao permitido de césio-134 e 79,6 vezes superior ao permitido de césio-137. A amostra compara-se a uma anterior, em que foi encontrada uma quantidade de iodo 126 vezes superior ao permitido. Uma pessoa que bebesse meio litro da água com a contaminação identificada neste sábado teria consumido um nível de radiação equivalente ao aceitável durante um ano.
O iodo e o césio são subprodutos do processo que produz a eletricidade dentro do reator nuclear. O aparecimento de césio-134 e 137 na água aumenta as preocupações, já que têm uma vida média de dois e 30 anos, respectivamente, contra oito dias do iodo.
Nishiyama disse que o vazamento de material radioativo não causa uma ameaça imediata à saúde humana ou ao meio ambiente, uma vez que pode ser dissipado rapidamente nas marés e ser diluído antes de atingir peixes e algas. "Uma vez que não há atividade pesqueira na área de evacuação, dentro do raio de 20 quilômetros (da usina), não há impacto imediato para as pessoas da região", disse Nishiyama.
Segundo ele, as autoridades não sabem exatamente o motivo do aumento da poluição nuclear. "Substâncias radioativas podem ter sido transmitidas pelo ar, ou água contaminada pode ter escapado da usina de alguma forma", disse.
As informações são da Dow Jones.
As informações são da Dow Jones.
JÔ -- Uma visão que no lugar do “progresso” e do desenvolvimento a qualquer custo, busque a realização social da maioria, visando a melhor qualidade de vida para todos.Essa é a minha opinião. E a sua? Comente!!
Postado por Joélcio Pinto em 26.3.11 0 comentários
Marcadores: Fukushima, Geral, Internacional, Radiação
terça-feira, 22 de março de 2011
Chávez diz que capitalismo pode ter acabado com a vida em Marte 'Imperialismo chegou e acabou com o planeta', disse presidente venezuelano
""O que era mar, virou deserto", relatou o presidente.
CARACAS - O capitalismo pode ter sido o culpado pela falta de vida em Marte, disse nesta terça-feira, 22, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. "Eu sempre digo, e ouço, que não seria estranho se tivesse existido uma civilização em Marte, mas talvez o capitalismo tenha chegado lá, o imperialismo chegou e acabou com o planeta", disse Chávez em discurso para marcar o Dia Mundial da Água.
Chávez, que também coloca no capitalismo a culpa por vários problemas do mundo, alertou que o abastecimento de água na Terra está acabando. "Cuidado! Aqui no planeta Terra, onde centenas de anos atrás ou menos havia grandes florestas, agora há desertos. Onde havia rios, há desertos", disse Chávez. Ele acrescentou que os ataques do Ocidente sobre a Líbia tinham como motivação fontes de água e reservas de petróleo.
O Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA recomendou neste mês que a principal prioridade da Nasa deveria ser construir um robô que ajudasse a determinar se já houve vida em Marte e que revelasse o histórico climático e geológico do planeta. Esse também seria o primeiro passo num esforço para trazer de volta à Terra amostras de Marte.
Fonte: Estadão
JÔ -- Ele só pode estar de brincadeira, e você o que acha? Comente!!
Fonte: Estadão
JÔ -- Ele só pode estar de brincadeira, e você o que acha? Comente!!
Postado por Joélcio Pinto em 22.3.11 0 comentários
Marcadores: América Latina, capitalismo, Chávez, Internacional, marte, Venezuela
segunda-feira, 14 de março de 2011
Japão decreta estado de urgência em nova usina nuclear Radiação da central de Onagawa está acima do normal; três reatores em Fukushima estão sob risco
VIENA - As autoridades do Japão decretaram neste domingo, 13, o estado de urgência na região da usina de Onagawa, no nordeste do Japão. O complexo seria o segundo afetado pelo terremoto de magnitude 8,9 na escala Richter que atingiu o país asiático na sexta - as plantas de Fukushima, onde já foi registrado vazamento de material radiativo, preocupam as autoridades.
"As autoridades japonesas informaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que o alerta de primeiro estado de urgência (o nível mais baixo) na central de Onagawa foi emitido pela Tohoku Electric Power Company", comunicou a AIEA, parte da Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a AIEA, "os três reatores da usina de Onagawa estão sob controle" das autoridades japonesas. O estado de urgência foi decretado de acordo com a legislação japonesa, que pede que o alerta seja feito quando "níveis de radioatividade superiores aos aceitáveis são registrados na região". As autoridades tentam determinar a origem dos níveis anormais de radiação.
O complexo de Onagawa está situado ao norte de Fukushima, onde teve início o drama do Japão ante a ameaça de um desastre nuclear. Três reatores do local estão sob risco. O governo admitiu que o reator 1 foi danificado e que houve o vazamento de material radiativo. Dezenas de pessoas foram confirmadas como contaminadas pela radiação.
As autoridades lutam para evitar um desastre nuclear na região. Equipes especializadas se preparam para injetar água do mar no reator número 2 para resfriar os equipamentos. A Tepco, maior companhia de energia elétrica do Japão e gestora de Fukushima, já faz o processo nos reatores número 1 e 3 da planta para resfriar e reduzir a pressão dentro dos contêineres onde estão os reatores.
Segundo Tepco, após a explosão do prédio do reator número 1, o nível de radiação emitido superou o limite legal de 500 microsievert por hora, unidade de medida de exposição a radiação ionizante. Neste domingo, a radiação chegou a alcançar 1.204 microsievert, mas já teria diminuído a níveis seguros. O governo organizou um plano de distribuição de iodo na região. A substância é usada no combate à contaminação radiativa.
Autoridades japoneses classificaram o acidente em Fukushima como de nível 4, ou seja, "com consequências locais". Na escala, que vai de 0 a 7, o desastre de Chernobyl, ocorrido na Ucrânia em 1996, foi qualificado como de nível 7.
Mais tarde, uma das duas bombas de resfriamento do reator da usina nuclear de Tokai Dai-Ni parou de funcionar depois do terremoto de sexta-feira, informou a Japan Atomic Power Co., operadora da instalação atômica. Apesar da falha no funcionamento da bomba, a companhia assegurou que o reator opera normalmente e não há risco de vazamento de radiação. A usina de Tokai Dai-Ni situa-se 120 quilômetros ao norte de Tóquio.

Imagem aérea da usina de Onagawa, no nordeste japonês.
estadão.com.br
Postado por Joélcio Pinto em 14.3.11 0 comentários
Marcadores: ásia, Geral, Internacional, Japão, Nuclear, Radiação, terremoto, Terremoto no japão, Usina
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